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Veja resumo dos meios de pagamentos mais usados no Brasil em setembro de 2026

Meios de pagamento
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Em resumo:

  • Pix liderou em número de transações: em setembro de 2026, foram registradas 7,89 bilhões de operações, que movimentaram R$ 3,81 trilhões, segundo dados do Banco Central.
  • TED movimentou o maior valor financeiro: foram 61,4 milhões de transferências, totalizando R$ 4,13 trilhões, superando o Pix em volume financeiro.
  • Boletos e cheques mantiveram participação: os boletos somaram 330 milhões de pagamentos e R$ 575,8 bilhões movimentados, enquanto os cheques registraram 6,1 milhões de operações e R$ 28,7 bilhões.

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O Pix registrou 7,89 bilhões de transações em setembro de 2026, movimentando aproximadamente R$ 3,81 trilhões, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC). O sistema de pagamentos instantâneos liderou em quantidade de operações na comparação com transferências eletrônicas disponíveis (TEDs), boletos e cheques.

Apesar da liderança do Pix em número de transações, as TEDs movimentaram o maior valor financeiro no período, com R$ 4,13 trilhões, distribuídos em 61,4 milhões de operações. O resultado mostra que a modalidade continua relevante para transferências de valores mais elevados.

Os boletos, por sua vez, contabilizaram cerca de 330 milhões de pagamentos, que somaram R$ 575,8 bilhões. Já os cheques registraram 6,1 milhões de operações, com movimentação de R$ 28,7 bilhões.

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Pix lidera quantidade de pagamentos em setembro

O Pix foi responsável pelo maior número de transações entre os quatro instrumentos analisados em setembro. Com aproximadamente 7,89 bilhões de operações, o sistema registrou uma quantidade de pagamentos cerca de 24 vezes superior à dos boletos, segunda modalidade com mais transações.

Criado pelo Banco Central e lançado em novembro de 2020, o Pix permite transferências e pagamentos em poucos segundos, a qualquer hora ou dia da semana, incluindo feriados. A disponibilidade contínua e a possibilidade de realizar operações por meio de chaves Pix ou QR Codes contribuíram para ampliar suas aplicações no cotidiano dos brasileiros.

Atualmente, o sistema pode ser utilizado em diferentes situações, como transferências entre pessoas físicas, pagamentos em estabelecimentos comerciais, compras pela internet e cobranças de empresas.

TED supera Pix em valor financeiro movimentado

Embora o Pix tenha liderado em quantidade de operações, as transferências via TED movimentaram mais recursos financeiros durante setembro.

De acordo com os dados do Banco Central, foram 61,4 milhões de TEDs, que totalizaram aproximadamente R$ 4,13 trilhões. O valor superou em cerca de R$ 316,6 bilhões a movimentação registrada pelo Pix.

A diferença também aparece no valor médio das transações. Enquanto cada operação via Pix movimentou, em média, aproximadamente R$ 483, as TEDs apresentaram um valor médio próximo de R$ 67,2 mil.

Esse contraste indica perfis distintos de utilização. O Pix reúne uma quantidade elevada de pagamentos e transferências de diferentes valores, enquanto as TEDs apresentam um valor médio significativamente superior.

Diferentemente do Pix, a TED depende dos horários de funcionamento do sistema bancário para a efetivação da transferência no mesmo dia.

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Boletos movimentam R$ 575,8 bilhões no mês

Os boletos bancários também mantiveram participação no mercado de pagamentos brasileiro em setembro de 2026. Segundo o Banco Central, a modalidade registrou aproximadamente 330 milhões de pagamentos, que movimentaram R$ 575,8 bilhões. O valor médio por boleto pago foi de aproximadamente R$ 1.745.

A modalidade é utilizada para cobranças de produtos e serviços, mensalidades, contas e outras obrigações financeiras. Sua utilização permite que empresas emitam documentos de cobrança com informações como valor, vencimento e identificação do beneficiário.

Nos últimos anos, o mercado de cobranças também passou a incorporar soluções que aproximam os boletos dos pagamentos instantâneos, como a possibilidade de incluir QR Codes Pix nos documentos.

Cheques registram 6,1 milhões de operações

Entre as modalidades analisadas, os cheques apresentaram a menor quantidade de transações em setembro. Foram aproximadamente 6,1 milhões de operações, com movimentação financeira de R$ 28,7 bilhões, segundo os dados do Banco Central. O valor médio por cheque foi de aproximadamente R$ 4,7 mil.

Embora o uso de meios eletrônicos tenha ampliado as alternativas disponíveis para pagamentos e transferências, os cheques continuam sendo utilizados em determinadas operações financeiras.

Em comparação com o Pix, a diferença no número de transações é expressiva: o sistema de pagamentos instantâneos registrou aproximadamente 1.292 operações para cada cheque contabilizado no período.

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Confira os dados de pagamentos de setembro de 2026

Veja o levantamento com a quantidade de transações e os valores financeiros movimentados por cada modalidade:

Meio de pagamentoQuantidade de transaçõesValor movimentado
Pix7,89 bilhõesR$ 3,81 trilhões
TED61,4 milhõesR$ 4,13 trilhões
Boletos330 milhõesR$ 575,8 bilhões
Cheques6,1 milhõesR$ 28,7 bilhões

Somadas, as quatro modalidades contabilizaram aproximadamente 8,29 bilhões de transações, com movimentação financeira de R$ 8,54 trilhões.

O Pix representou cerca de 95,2% da quantidade de operações entre os quatro instrumentos considerados. Em valor financeiro, porém, as TEDs responderam por aproximadamente 48,3% do total analisado, enquanto o Pix concentrou 44,6%.

É importante destacar que esses percentuais consideram apenas Pix, TEDs, boletos e cheques, não representando a totalidade dos pagamentos realizados no Brasil.

O que os dados mostram sobre os meios de pagamento no Brasil?

Os resultados de setembro de 2026 evidenciam que os diferentes instrumentos de pagamento continuam atendendo a necessidades distintas. O Pix se destaca pela quantidade de transações, favorecido por características como disponibilidade ininterrupta e liquidação instantânea. As TEDs, por outro lado, apresentam valores médios mais elevados, enquanto os boletos seguem utilizados em cobranças e pagamentos programados.

Para empresas que atendem consumidores brasileiros, os números também ajudam a compreender a importância de oferecer meios de pagamento compatíveis com os hábitos do público.

Isso é especialmente relevante para negócios que operam no exterior, mas comercializam produtos e serviços para clientes no Brasil. Nesses casos, a possibilidade de pagar em reais por métodos conhecidos pode simplificar a experiência de compra.

Como a Glin facilita pagamentos de brasileiros para empresas no exterior?

A Glin oferece uma infraestrutura de recebimento voltada a negócios que atuam fora do Brasil e atendem clientes brasileiros. Com a plataforma, os consumidores podem realizar pagamentos em reais por Pix ou cartão de crédito, com possibilidade de parcelamento em até 12 vezes, enquanto o estabelecimento recebe os recursos no exterior.

Dessa forma, empresas internacionais podem disponibilizar alternativas de pagamento familiares ao consumidor brasileiro sem precisar estruturar uma operação de cobrança própria no Brasil apenas para receber esses valores.

Conheça a Glin e saiba como facilitar os recebimentos do Brasil para o seu negócio no exterior.

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